sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A Utilização da tecnologia no auxilio à aprendizagem. 



Existem inúmeras ferramentas Web 2.0 surgindo dia após dia (e como bem sabemos, algumas delas surgiram e já não existem mais). Ainda que algumas destas ferramentas não estejam destinadas originalmente para seu uso em sala de aula, estas ferramentas podem ser conduzidas a uma aprendizagem extremamente efetiva hoje em dia, tanto para estudantes como para professores. Muitos professores estão em busca das últimas novidades de produtos e tecnologias para auxiliarem a encontrar maneiras mais fáceis e até mesmo mais eficazes para criar produtos de aprendizagem em seus estudantes.

Cada vez mais professores estão utilizando os blogs, podcasts e wikis, com outro enfoque de ensino. Aqui estão duas ferramentas maravilhosas:

·         Hot Potato Uma ferramenta fácil e gratuita para os educadores. Construa suas próprias palavras cruzadas, exercícios de correspondência, respostas curtas de múltipla escolha e frases confusas. http://hotpot.uvic.ca/


·         The Speech Accent Archive Esta ferramenta pode ser utilizada para qualquer projeto de linguística. Poderás ver séries de mostras de fala de todo o mundo.  http://accent.gmu.edu/


By: Khatlen Almeida

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014


LUANA SOUSA 
Na quinta feira (23/01) aconteceu a oficina de capacitação para as ferramentas Prezi, Articulate e Moodle. A oficina foi organizada pela UFRR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA) pelos estudantes de linguística Aplicada  . A ministrante foI a aluna do 6º semestre, o presidente da organização foi o professor Fabrício Ono.Conforme a oficina , estas ferramentas são utilizadas para auxiliar o processo de ensino e aprendizagem. “Podem ser inseridas tanto no ambiente educacional acadêmico quanto no empresarial, pois em ambos existem conhecimentos e informações que nos dias de hoje são considerados a obra prima de qualquer organização”,O uso de tais ferramentas ajuda em sala de aula, pois com elas o professor consegue tornar a aula mais dinâmica e chamar a atenção do aluno. “A utilização dessas tecnologias pode contribuir muito para a apresentação de trabalhos, projetos e/ou aprendizagem, pois com apresentações mais criativas e interativas pode-se através de imagens e simples palavras atingir um público alvo, convencer patrocinadores de projetos e melhor apresentar as ideias partindo de uma lógica sequencial organizada, como um mapa conceitual.
 Recomendo a todos interessados  .

sábado, 25 de janeiro de 2014

... Sobre o evento Expressao - por Laeny Amaral

* sábado, 25 de janeiro, 2014.       

            Nesta semana ocorreu o evento Expressão e eu participei da oficina "Instrumento de pesquisa diagnóstica sobre ensino/ aprendizagem de línguas: questionários de análise de expectativas e necessidades." foi uma experiência bastante rica, pois estive em debate com alguns colegas de curso sobre as motivações dos alunos de Letras para a permanencia no curso. Foram trocas de experiências, desabafos, depoimentos incríveis e acima de tudo: conhecimento. Tendo em vista que os alunos ministrantes da oficina propuseram para nós que participamos a elaboração de um pequeno questionário para que pudessemos coletar dados, mesmo que em poucas horas, e minha equipe se porpôs a busca sobre a motivação do aluno de Letras a partir do semestre em que ele se encontra. Com isso pude perceber quantas diferentes histórias de vida nos trazem ao mesmo curso. Simplesmente.... incrível!!!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A língua estrangeira nas escolas públicas faz com que o aluno tenha contato com a língua seja o Espanhol ou Inglês, além disso é de fundamental importância essa vivência no cotidiano escolar isso tudo só contribui no aprendizado dos discentes.
Ivanildo Marcos da Silva.
o ensino e a aprendizagem de uma língua estrangeira está muito superficial no Brasil, pois aprender uma língua não é somente saber regras de gramática e pronuncia, está muito além disso, está na formação de um indivíduo capaz de compreender relações complexas no mundo que viva e  que saiba pensar e agir criticamente.
Adriele de Oliveira Nascimento.

Véra Lúcia Menezes explicando sobre o ensino de línguas por meio de tecnologias. Por- Anna Paula


As novas tecnologias estão cada vez mais presentes e mudaram a modo de pensar da sociedade, mais especificamente, o modo de ensino e aprendizagem.  Sabe-se que algumas escolas direcionadas, somente, ao ensino de línguas estrangeiras já fazem o uso de tecnologias, mas, mesmo nos dias de hoje, o acesso a esses recursos não é de alcance de todos. A professora Vera Lúcia menciona no vídeo, aqui exposto, que apesar de algumas escolas terem computadores, elas ainda não fazem o melhor uso desses meios.
 



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A Inserção do Curso Bacharel em Letras Libras - UFRR

                No dia 18/11/2013, na I jornada de Acessibilidade da UFRR, foi anunciada a aprovação do curso Bacharel em Letras Libras. A efetivação do curso depende ainda da alocação de recursos para contratação de professores e início da primeira turma.
                O curso de bacharel em Letras "Libras" poderá proporcionar às demais habilitações de letras e aos cursos de licenciatura o convívio com maior segurança do que pode ser encontrado futuramente nas escolas, tendo em vista que atualmente a disciplina de introdução a libras, comum a todas as licenciaturas, não prepara os alunos para a realidade escolar, já que aborda somente a teoria e não a prática. Assim, Melo e Oliveira explicam que:
      A Universidade busca assumir o seu papel social quanto à oferta do ensino de Libras, todavia, o professor, de um modo geral, não tem conseguido se capacitar frente à demanda por profissionais bilíngues atendendo às exigências da Lei nº 10.436/02. Contudo, é sabido que apenas a oferta de Libras como disciplina curricular em cursos de licenciatura não resolve um problema que é permeado por aspectos que englobam instituição, profissionalização e práticas pedagógicas (2012, p.45).

                 
A expectativa do curso bacharel em letras libras também poderá expandir as pesquisas a respeito dessa língua. A inserção e acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva em todos os níveis de educação e no mercado de trabalho faz com que os profissionais busquem qualificação, pois como a inclusão destes tem sido mais frequente teremos que estar habilitados para lidar com as necessidades especiais.
           
     Assim,
Dalila Costa Calú
Referência

Melo, G. F. e Oliveira, P. S. J . Ensino-aprendizagem de Libras: mais um desafio para a  formação docente. B. Téc. Senac: a R. Educ. Prof., Rio de Janeiro, v. 38, nº 3, set./dez. 2012. Disponível em : <http://www.senac.br/media/26341/4.pdf> acesso em: 19/12/2013.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O Ensino da Língua Materna - por Laeny Amaral



Unir forças: para o melhoramento do ensino de Língua Materna (cap. 1)

Quarta, 15/01/14
*Laeny Amaral
        
Hoje, o que posso falar sobre o ensino de Língua Materna (doravante LM), pelo menos em algumas escolas que estagiei no município de Boa Vista/RR,  o ensino básico está sendo "repassado" pelas regrinhas gramaticais da Língua Portuguesa, sem se importar muito com o contexto onde estas regras podem estar inseridas. Parece que o lema é: quanto maior a quantidade dos conteúdos derramados sobre os alunos, terá mais qualidade.
Tomando como base alguns teóricos, na tentativa de colocar a visão do ensino de Língua Materna na forma mais sucinta possível e à luz da Lingüística Aplicada, com a intenção de sugerir ações que professores, assim como nós seremos, estudantes de Licenciatura em Letras (nas diversas habilitações), poderiam realizar, em sala de aula, quanto ao estudo da Língua Materna a leitura de mundo. Isto é, o aluno, ao chegar em sala de aula, não vai "aprender" a sua LM, mas sim reafirmar aquilo que já é consolidada em sua mente. 
Dessa maneira, a escola será um espaço para socializar esta aprendizagem vinda de conhecimentos constituídos em casa, nas ruas, em viagens, tudo contribuindo para a formação de sua LM. Para confirmar este conhecimento constituído da LM cita-se então uma fala de Kleiman (1995), segundo ele

[...] a escola é para alfabetizar e serve para aprender a normatização da L[1], para tratá-la com efeito de regras em fases orais e escritas de uma Língua Estrangeira, dentro do campo escolar ou fora ocorre o que se chama por letramento: “o conceito de letramento começou a ser usado nos meios acadêmicos numa tentativa de separar os estudos sobre o ‘impacto social da escrita’ dos estudos da alfabetização, cujas, conotações escolares destacam as competências individuais no uso e na prática da escrita.” (Kleiman,1995)

Dessa forma, por conta de ideias diferentes dos especialistas na área de estudos sobre a LM é que expõem-se entendimentos de quais modos o ensinamento dela ocorre ou poderia ocorrer. isso, para alguns, os gramáticos, o ensino das estruturais de uma Língua, ou seja, o conjunto das regras gramaticais é fundamental. Sejam essas regras orais ou escritas. E a organização do ensino de uma Língua em ambiente escolar é chamada de Gramática Normativa. Para Almeida (1988) que explica: “o olhar do ensinamento da gramática, nos fatos atuais de uma língua, mostrando e ensinando as regras para seu manuseio, será dita como gramática expositiva, normativa, descritiva ou prática”. Esta prática da Língua Gramatical[2], se assim posso chamá-la, pode ser observada e analisada dentro das partes que compõem na divisão da gramática, são elas: fonética, morfologia, sintaxe, tudo para ser reconhecido dentro de textos. (...)



[1] L abreviação de Língua

[2] Relativo ou conforme à gramática (Mini Aurélio: 2000, p. 352).