quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

POR: LIDIANE S. OLIVEIRA


TEXTO : Multiletramentos em pauta

Link importante para saber um pouco mais sobre o conteúdo de multiletramentos!!

Visitem. 

PLATAFORMA DO LETRAMENTO

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Linguística Aplicada
O fato de o professor desenvolver métodos e abordagens de ensino, no que diz respeito ao ensino de língua, é de suma importância para o aprendizado dos alunos, além disso, cada professor tem uma didática diferente. Dessa forma o método que cada docente utiliza é em prol de uma melhor aprendizagem em um contexto escolar.
Ivanildo Marcos da Silva.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Narrativas sobre o ensino de língua estrangeira

Ontem precisei procurar um documento antigo, e revirando as pastas onde os guardo deparei-me com meus boletins de ensino fundamental e médio. Parei a busca por um momento para recordar notas, disciplinas que hoje já não fazem parte do currículo (já faz um bom tempo que terminei o ensino médio) e dentre outros detalhes, aproveitei para dar uma olhadinha na avaliação do ensino de língua estrangeira. Verifiquei que obtive boas notas, em média 9, excelente frequência de 100%, lembrei inclusive das duas únicas professoras de inglês da escola, professoras Isabel e Tarcila. Então me perguntei o que foi feito desse ensino? Pois, de acordo com minhas médias e frequência às aulas, eu deveria ter uma relativa fluência no idioma. No entanto recordo-me que tal qual como hoje, minha pronúncia das poucas palavras ou expressões que conheço da língua é péssima, não sou capaz de expressar-me em um parágrafo em língua inglesa. Aí ficam as perguntas: A que tipo de avaliação fui submetida? O objetivo do ensino de língua estrangeira no ensino fundamental e médio realmente destina-se a ensinar a fluência em uma segunda língua? 

Autora: Ana Néry Araújo Cruz
Acadêmica do curso de letras da UFRR

domingo, 15 de dezembro de 2013

LA E O PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO


Lidiane Silva de Oliveira

Uma ciência qualquer em processo de maturação tende a passar por estágios e conflitos que objetivam instituir uma base teórica a ela, seguida, muitas vezes, do reconhecimento acadêmico. A Linguística Aplicada (LA) percorreu há alguns anos o estágio de desvinculação e “independência” conceitual da Linguística e hoje procura firmar-se através de pesquisas e estudos do uso da linguagem. É uma ciência que possui uma atitude multidisciplinar sem comprometer sua identidade.

Cavalcanti (1986), afirma que a construção teórica multidisciplinar em LA consolida sua área de atuação e seus métodos específicos de trabalho. Dentro da trajetória metodológica da pesquisa em LA a busca de subsídios teóricos chega a ser uma consequência lógica para as ciências em que o objeto de estudo requer informações contextualizadas. É até incoerente se pensar em investigações de fenômenos do uso da linguagem e descartar variáveis como o ambiente social (Sociologia), cultural (História, Antropologia...), linguístico (Linguística), psicológico (Psicologia) entre outros, dos envolvidos na pesquisa. Daí a importância de não desenvolver um projeto apenas de base quantitativa que omitiria detalhes importantíssimos para uma análise mais profunda do evento em estudo. O processo de investigação requer por parte do pesquisador sensibilidade.


Moita Lopes (1999), defende uma pesquisa de base etnográfica voltada para a relação da interação linguística e do contexto social e como esses fenômenos refletem a realidade do uso da linguagem. Assim, quando um pesquisador observa e registra informações colhidas no decorrer da pesquisa, associando esses elementos aos dados quantitativos, ele poderá compreender melhor seus resultados e propor (se necessário) sugestões de encaminhamento mais cabíveis à situação estudada.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Impressões sobre

 LINGUÍSTICA APLICADA: UMA NOVA PERSPECTIVA SOBRE LINGUA(GEM)

                                                   


Por: Lidiane Silva de Oliveira

    É inegável que a Linguística Aplicada (LA) surgiu como uma necessidade de investigação da linguagem em processo e mesmo que a princípio tenha se direcionado mais para a área do Ensino de Língua Estrangeira (ELE), hoje possui novos campos de estudo e interesses que foram ampliados pelos feitos inovadores, tanto em relação às “lacunas” deixadas pela Linguística, como por investigar questões de uso de linguagem sobre uma perspectiva diferenciada.

Cavalcanti (1986) sugere um percurso para a trajetória das pesquisas em LA começando pela identificação de questões de uso da linguagem, seguidos de uma busca por subsídios teóricos em áreas de investigação relevantes, depois uma análise da questão na prática, terminando com sugestões de encaminhamento para o fenômeno estudado (p. 6).
Essa “ciência” faz uma análise do que é falado por um grupo em um contexto específico através da integração de elementos entendidos pelos linguistas aplicados como estando a margem do campo de estudos linguísticos. Há uma relação natural entre LA e outras ciências que não sejam necessariamente próximas desta. Há a construção de um “relacionamento” positivo com outras linhas de pesquisa com o objetivo de esclarecer ou auxiliar algum evento pertinente à linguagem em uso.

Por isso ao se trabalhar na área da LA a ideia de abordagem interdisciplinar deve ser sempre um ponto de apoio para se chegar aos objetivos da pesquisa. A Linguística, a Psicologia, a Antropologia, a Sociologia, a Didática dentre outras ciências, são alguns exemplos de áreas científicas que colaboram na formação de trabalhos e projetos dentro da LA.
Moita Lopes (2006) em seu livro “Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar” afirma que a reflexão contínua sobre se mesma é um diferencial relevante da LA em relação a outras ciências. Essa atitude evita que verdadeiras paredes sejam formadas entre a LA e seus contextos de análise e investigação já que há certa flexibilidade dos resultados, tornando-os restritos às situações específicas.

Como já foi dito, a LA esteve em princípio focada no trabalho com línguas estrangeiras, mas hoje está subdividida em quatro subáreas ou linhas de pesquisa: Ensino de Língua Estrangeira (ELE), Ensino de Língua Materna (ELM), Educação Bilíngue (EB) e Tradução. Além destas, existem teóricos que incluem outras modalidades de pesquisa como a Lexicografia, as Relações sociais mediadas pela linguagem e a Legendagem e interpretação[1]. Estas últimas são vistas nas universidades como derivadas das quatro já mencionadas.
O ELM é um dos campos com menos produções e pesquisas em LA, porém há uma ampla possibilidade de fenômenos que podem ser investigados tanto em sala de aula na disciplina de Língua Portuguesa como em ambientes comunicativos diferentes (empresas, comunidades isoladas, grupos étnicos, especificidades do uso da língua em regiões distintas...). Outros tópicos, que foram vistos pela perspectiva da Linguística, podem ser também analisados agora pela visão da LA.

A questão das variações linguísticas e do letramento são assuntos potencialmente importantes para a produção de pesquisas em LM. Para corroborar a afirmação feita anteriormente de que o ELM possui poucos estudos em LA, Bortoni (1995) diz o seguinte sobre a aquisição da variante padrão:

         A aquisição da língua padrão por meio da exposição a modelos dessa variedade em sala de aula é um tema que ainda não recebeu suficiente atenção apesar da grande ênfase que a pesquisa da sociolinguística tem dedicado as consequências educacionais da variação linguística.(BORTONI, 1995, p.119)
            
     Há muito ainda o que ser discutido e refletido sobre pesquisas em LA envolvendo variedades linguísticas nas instituições de ensino através das relações que são estabelecidas entre os indivíduos que frequentam a escola.  Todos juntos inserem neste contexto suas experiências prévias de uso da língua, o que torna a escola um laboratório constante para pesquisas em ELM.

[1] Essas últimas subáreas foram mencionadas por Almeida Filho em palestra realizada na Universidade Federal de Roraima para a disciplina de Linguística Aplicada do curso de Letras em  fevereiro de 2013.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Linguística Aplicada



"A Linguística Aplicada é uma ciência social de estudos de linguagem de caráter interdisciplinar (MOITA LOPES, 1996) que focaliza questões de uso de linguagem em diferentes propósitos comunicativos e internacionais (PILAR & ROCA, 2009)."
 AULA DE LA.(PÁTIO DO BLOCO II UFRR) FOTO ANA NÉRE

"A Linguística Aplicada tem em sua primeira fase de estabelecimento relações mais objetivas com pesquisas em ensino/aprendizagem de línguas, especialmente estrangeiras, e tradução (MOITA LOPES,1996); TRASK, 2004; MENEZES, SILVA & GOMES, 2009)"

 ELIDIANE SILVA 
Elidiane Silva

O que uma língua dominante não exerce no mundo!



A sede da Copa será no Brasil, então se espera que a escolha dos jogos da Copa seja em português, em um país que possui apenas 4% de falantes fluentes em inglês, o que podemos esperar? Estou linguisticamente correta? 

Rayane Azevedo

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

LÍNGUA NATIVA

Most people believe that their native language is the official  language of the country in which they were borned. Others believe that their native language is the first language they heard, understand and started to speak for the first time, independent of if that language is of their birth country or not. However there are also some people who believe that their native language is that one that they hear where they were grown up independent of if they were born there or not. What do u believe?  What about if u were just borned in a country and your mother carried u away since then to live in another country of another language where u started speaking for the first time that language?What about if u grew up speaking more than one language which u hear since u were a baby?What about the people that were born, grew up and are still living at the borders of two and three countries?How do u define NATIVE LANGUAGE?


Maioria das pessoas acreditam que sua língua nativa é aquela língua oficial do país onde elas nasceram. Outras acreditam que a língua nativa é a primeira língua que escutou, entendeu e começou a falar para a primeira vez, independente de se aquela língua é do país onde elas nasceram ou não. Existem outras pessoas que acreditam que a língua nativa é aquela que elas escutam onde elas foram criadas desde de infância, independente de se elas nasceram lá ou não. O que você acredita? Se você tivesse nascido em um país e fosse levado desde de poucas semanas de vida para outro país onde você começou a falar outra língua? Se você tivesse morando desde de pequena nas fronteiras de dois ou três países que falam línguas diferentes?
Como você define LÍNGUA NATIVA?


AUTORA: NIKISHA

terça-feira, 26 de novembro de 2013

"Quem aprende uma nova língua, adquire uma alma nova."
                                                             Juan Ramón Jiménez - Poeta espanhol

"Falamos na nossa própria língua e escrevemos numa língua estrangeira."
                                                                                                              Jean-Paul Sartre